Monday, November 17, 2014

Dia da Consciência Negra



Esse vídeo recupera pontos importantes da história de lutas dos movimentos negros –  dos quilombos do século XVII ao estatuto da igualdade racial em 2010. Penso que é um bom vídeo para ajudar a compreender a importância do Dia Nacional da Consciência Negra. Vejam e compartilhem também! Essa é uma reflexão indispensável a todos os brasileiros.

Wednesday, November 05, 2014

Videoaulas



Pessoal, esses são os vídeos que produzi até agora na nova fase do canal. Vocês viram todos? Qual ficou melhor? Ainda estou experimentando as críticas já ajudaram a melhorar muitas coisas. Assim que terminar a série sobre Mitos e mitologias políticas, pretendo buscar financiamento coletivo no Catarse para produzir uma série mais longa de vídeos para discutir a pedagogia da autonomia, de Paulo Freire. (Vocês conhecem o Catarse? É uma das coisas mais legais da Internet brasileira. -->http://www.catarse.me/pt/projects) E quem tiver sugestões para novos temas, registre no próprio fórum do canal! MI casa, tu casa! 

Monday, November 03, 2014

A corrupção nossa do dia-a-dia



O Brasil inteiro está se mobilizando para combater a corrupção. Se você quer participar desse movimento e transformar o país, a primeira coisa a se fazer é encarar um importante questionamento. Assista ao vídeo e reflita.

Wednesday, October 22, 2014

Religião e política: tudo a ver!



Muitos analistas argumentam que a política é uma atividade eminentemente moderna, racional, e que aquelas paixões eleitorais são, acima de tudo, ideológicas e programáticas.
Nessa série de vídeos baseados na obra do historiador Raoul Girardet, eu vou demonstrar que grande parte dos discursos que fazem parte da imaginação política das pessoas, vêm das religiões, das crenças populares e da mitologia.

Sem perceber, porque é um fenômeno inconsciente, as pessoas se entusiasmam e  mergulham em um universo mitológico, repleto de conspirações demoníacas, profetas anunciando uma Era de Ouro e heróis prometendo conduzir o povo unido a uma Terra Prometida.

Não há ateu na política.

Ao lado da história política tradicional, que tem contribuído muito para a compreensão da dinâmica histórica, existem algumas vertentes de pesquisa que se interessam por dimensões mais sutis da realidade.

Esse é o caso da História Cultural, que estuda os discursos pelos quais as pessoas criam sentido para o mundo; da história das ideias, que investiga o surgimento e desenvolvimento dos conceitos num plano intelectual, e da história das mentalidades, que analisa as relações entre a imaginação das pessoas e o seu tempo histórico.

Esses estudos levam em consideração o fato de que a história e a cultura também são constituídos por nosso inconsciente. Não é só a razão humana que cria a realidade histórica.

Muitos fenômenos sociais só podem ser compreendidos de forma ampla se a gente considerar a dimensão irracional ou inconsciente desses fenômenos.

E o que se percebe é que em momentos de crise, seja ela política, econômica ou social, as pessoas ficam ainda mais suscetíveis ao que Girardet chama de “efervescência mitológica”.

Denúncia de uma conspiração maléfica que teria o objetivo a submeter os povos à dominação de forças obscuras.

Imagens de uma Idade de Ouro ou de uma Revolução redentora que conduziria a humanidade ao reino da justiça.

Apelo ao grande líder salvador, restaurador da ordem ou conquistador de uma nova grandeza coletiva.

Girardet demonstra que essas narrativas costumam estar presentes no segundo plano das grandes doutrinas políticas da história. E pra ele, a análise dessas mitologias ajuda a explicar a atração irresistível que muitas dessas ideias exercem sobre os seguidores.

Qual teria sido o destino do marxismo, por exemplo, se ele ficasse apenas com o seu sistema conceitual e seu método de análise e não tivesse aquele apelo profético e aquela visão messiânica que o caracteriza?

Cruzadas e guerras santas, incluindo o terrorismo, revoluções, golpes de Estado com discurso salvacionista, nostalgias de um passado idealizado e o culto dos seguidores aos líderes carismáticos também revelam a presença de componentes míticos e mesmo e religiosos em circunstâncias aparentemente laicas.

E como em toda mitologia, é aí que o mito se mostra autônomo, fechado em si mesmo, interessado apenas na auto-afirmação. Ou seja, quando a disputa se torna mitológica, a posição ideológica acaba impactando menos do que a sensação inconsciente de participar de uma batalha mítica do bem contra o mal.

Daí, talvez, o acirramento de ânimos de antagonistas que passam a odiar uns aos outros por diferenças... aparentemente políticas.
Girardet analisa quatro grandes conjuntos mitológicos que, pra ele, ajudam a explicar muitos movimentos da história. A conspiração. A idade de ouro. O salvador. E a unidade. E nós vamos discutir em detalhes cada um desses temas na série mitos e mitologias políticas.

Tuesday, October 14, 2014

Xingar não é discutir política



Tem gente que acha que discutir política é insultar, ridicularizar e ofender o antagonista. Mas na verdade isso prejudica muito, porque corrompe o raciocínio tanto de quem xinga como de quem revida.

Monday, October 06, 2014

Diploma é sinônimo de competência?



Confira os vídeos da série Sociedade sem Escolas http://bit.ly/sociedadesemescola
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Ivan Illich defende que a igualdade de oportunidades na educação é uma meta desejável e realizável, mas confundir educação com obrigatoriedade escolar é a mesma coisa que confundir Deus com igreja. Para ele a escola se transformou em uma espécie de religião que faz promessas de salvação aos pobres no capitalismo da era tecnológica. E não é difícil ver essas promessas exageradas nas propagandas de escola. E aí defendem a lógica de que quanto mais longa a escolaridade, melhores os resultados.

O fato é que os governos não discutem a escola e acabam chancelando esse sistema que instituiu categorias diferenciadas de cidadania a partir da posse de diplomas sucessivos, parecidos com ritos de iniciação e graus místicos de ordens religiosas.

Por isso, Ivan Illich defende que os Estados deveriam abolir na Constituição o monopólio da escola na educação. Porque para ele, a escola é um sistema que combina preconceito com discriminação. A primeira emenda da declaração de direitos do cidadão em uma sociedade moderna e humanística, segundo Ivan Illich, deveria ser: “O estado não fará leis para regulamentar a educação”. Para isso seria preciso também uma lei que proibisse qualquer discriminação baseada na frequência escolar, no momento da admissão em um emprego.

É claro que isso não excluiria a aplicação de testes de qualificação para o exercício da função. Para ele, o profissional deve ser contratado pela sua competência, não pelo seu diploma. E a competência não se mede pela frequência à escola.

Ora, qualquer professor sabe que o fato de um aluno ter passado de ano em uma disciplina não significa necessariamente que ele tem o domínio de cada ponto da ementa que consta do plano de ensino. Mas o diploma é um documento que atesta a habilidade nesse itens que, muitas vezes, não foram sequer mencionados em sala de aula.

Atenção! Mais uma vez! Ivan Illich não propõe o fim da educação, da aprendizagem, do desenvolvimento de habilidades ou da competência. O que ele questiona é a eficácia do sistema escolar e a legitimidade dos diplomas autorizados que esse sistema confere.

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Tuesday, September 30, 2014

Combates pela educação



Para contribuir na comemoração crítica do dia do professor, os vídeos apresentam discussões sobre os desafios da educação e da escola. Indicado para educadores, pedagogos e professores de todos os níveis, estudantes de pedagogia, alunos das licenciaturas e todos aqueles interessados em pensar o ensino e s aprendizagem dentro e fora das salas de aula.

Monday, September 29, 2014

Dia do professor, dia de luta



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Os pais não têm tempo para as crianças e exigem que os professores assumam toda a responsabilidade pela educação de seus filhos. Professores de escolas particulares são orientados a tratar pais e alunos como clientes. E clientes sempre têm razão. Mas os pais e alunos não se veem apenas consumidores, eles se sentem patrões dos professores. E cobram metas e resultados como um gerente de loja de departamento.

Professores da rede pública sofrem na carne as mesmas ameaças e agressões físicas que os alunos sofrem em casa ou na rua. Eles estão cansados, deprimidos, irritados, desiludidos. Sentem medo, raiva e vergonha.

Professores têm que trabalhar três turnos para sustentar a família. De manhã em uma escola. De tarde em outra, e à noite, em casa, quando outros trabalhadores descansam, professores trabalham na escrivaninha. Sessenta, setenta, oitenta horas por semana. Sábados, domingos e feriados.

É verdade. O trabalho de estudar, planejar aulas, preparar e corrigir cem, duzentas, trezentas provas, preencher diários e revisar os exercícios dos alunos raramente é remunerado. E quando o professor recebe por esse trabalho, é um valor irrisório, desproporcional.

Muita gente acha que professor só deve ser pago pelas horas de trabalho dentro de sala de aula. E não precisa receber pelas horas extras de trabalho fora de sala de aula. O salário dos professores não é condizente com as exigências que a sociedade impõe ao seu trabalho.

Para exercer o seu trabalho de ensinar, os professores precisam comprar livros, assinar jornais e revistas, ir ao teatro, frequentar o cinema, viajar, participar de congressos. Precisam de tempo para estudar as novidades na sua área, pesquisar, escrever, publicar. E precisam de tempo para cuidar dos filhos, passear, namorar, descansar. E em geral, professores não tem tempo para isso.

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Monday, September 22, 2014

Sociedade sem escolas, de Ivan Illich (Todos os vídeos)




Ivan Illich argumenta que o sistema escolar é financiado pela ilusão de que a maioria do que a gente aprende é resultado do seu ensino. Ele até admite que o ensino pode contribuir para determinadas espécies de aprendizagem, sob certas circunstâncias.
Mas pra ele, a maioria das pessoas adquire a maior parte de seus conhecimentos fora da escola, precisamente dessa escola que se tornou um espaço de confinamento durante um período grande da vida.
A maior parte da aprendizagem ocorre causalmente. Mesmo a maior parte da aprendizagem intencional não é resultado de uma instrução programada.
As crianças na primeira infância, por exemplo, aprendem no seu próprio ambiente familiar uma das habilidades mais complexas que define o ser humano: a fala.
E todo mundo sabe que, quanto mais os pais se interessam pela educação de seus filhos, e estimulam as crianças com diálogos, com leituras, com brincadeiras, com jogos, com músicas, provocando a curiosidade e a inteligência dos filhos com um vocabulário mais surpreendente e mais diversificado, mais as crianças se desenvolvem.
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Tuesday, September 16, 2014

Que tal uma sociedade sem escolas




Ivan Illich sem dúvida nenhuma foi um dos pensadores mais radicais no campo da Pedagogia. A grande provocação que ele deixou para a humanidade foi o seu livro chamado Sociedade sem Escolas, publicado em 1971. Esse livro aponta problemas muito incômodos sobre a indústria das escolas e sobre as intenções ocultas que sustentam parte do discurso que aparentemente valoriza a educação.

Ivan Illich vai direto ao ponto: para ele, o direito de aprender é simplesmente interrompido pela obrigação de frequentar a escola.  Ou seja, toda aquela organização burocrática que sustenta a rotina escolar e principalmente o prolongamento artificial do tempo de escolarização, na verdade, atrapalham a aprendizagem.
Em busca de uma solução para o desastre da escola institucional, ele defendia a criação de uma “teia educacional” capaz de oferecer a todos a oportunidade de transformar cada momento de sua vida num instante de aprendizado, de participação e de cuidado.

O modelo proposto por Ivan Illich é a criação de uma Era de Lazer, em que aprender fosse uma atividade de curiosidade constante e prazerosa que ocorreria em todos os momentos e todos os lugares.

Mas para isso é preciso combater essa economia dominada pelas indústrias de serviço, que parecem preocupadas com educação, mas na verdade só querem prolongar o tempo de consumo de seus serviços.

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Thursday, September 04, 2014

Monday, September 01, 2014

Entrevistas Dna

Está disponível a playlist com diversas entrevistas do DNA. Muitos personagens importantes da história de Uberaba foram entrevistados. Vejam lá!

Wednesday, July 02, 2014

O teatro da civilização: elegância e violência na imprensa do interior brasileiro



Essa foi a pesquisa que mais me transformou. O artigo analisa os procedimentos teatrais que as elites agrárias, políticas, econômicas e intelectuais do interior de Minas Gerais encenavam no imaginário local para conquistar distinção social, circunscrever os símbolos de prestígio e legitimar o poder sobre a população. Para isso, a partir da perspectiva crítica dos estudos dos imaginários sociais no campo da comunicação e da história cultural, efetuamos uma análise documental da imprensa de uma cidade mineira de médio porte nos anos 40 (séc. XX). Como resultado, apontamos à relação do imaginário de civilização com o empenho de justificar o uso da violência sobre os habitantes indesejáveis, especialmente mendigos, hansenianos e crianças abandonadas.

O texto havia sido publicado no livro Cultura e sociedade, causos, povo e imaginação, editado pela UFTM em 2010. Mas como ele é muito importante, redigi o trecho das referências teóricas, que são indispensáveis, e publiquei o texto reformulado na Revista Conexão: comunicação e Cultura, da Universidade de Caxias do Sul.

Uma história social de Uberaba



A pesquisa em história não pode ser inocente. Não pode ser inofensiva. Não pode ser mera perfumaria. Ou o trabalho é crítico, ou é inútil. Este artigo efetua uma revisão bibliográfica de teses e dissertações recentes que analisaram a História de Uberaba, cidade localizada no Oeste de Minas Gerais. O objetivo é sistematizar os resultados dessas pesquisas para compreender questões como as práticas de violência empregadas pelas elites em nome da
civilização; as contradições do coronelismo na região; os procedimentos de violência simbólica das elites agrárias; as estratégias de coerção social, preconceito e xenofobia empregadas nessa sociedade; assim como as lutas contra-hegemônicas travadas por novos atores do período de renascimento urbano dos anos 1930/40. Com isso, a ideia é oferecer subsídios para pesquisas interessadas em estudar as tensões, as representações e os antagonismos que constituem a história da sociedade de Uberaba, do Oeste de Minas Gerais e da região central do país, sob a ótica da História Cultural e Social

O artigo disponível na íntegra na História Revista, periódico da Universidade Federal de Goiás. Usem e abusem.

Monday, November 12, 2012

A construção do mito Mário Palmério



Resultado de uma extensa pesquisa de doutorado em História esta obra explica a complexa ascensão profissional, social e política do professor, político e autor de Vila dos Confins e Chapadão do Bugre – romances seminais da literatura regionalista brasileira. Contudo, não é o escritor renomado que aparece neste livro. O historiador se interessou pelo jovem Mário Palmério, um ambicioso professor que, no decorrer dos anos 1940, se tornaria um poderoso empresário da educação, seria eleito deputado federal pelo PTB de Getúlio Vargas e alcançaria o status de mito político regional.

O autor demonstra, com farta documentação, que Mário Palmério foi representado pela imprensa regional como um herói sagrado que prometia conduzir o seu povo à terra prometida. Na imaginação da época, o jovem professor deveria ser não apenas admirado, mas venerado pelos conterrâneos.
É inegável que parte dessa reverência decorre de sua surpreendente ascensão profissional. O livro descreve em detalhes o empenho de Mário Palmério em construir escolas populares em uma sociedade carente de instituições de ensino. Contudo, o autor demonstra que a consagração como mito político não foi espontânea: tal como um personagem de si mesmo, o jovem professor atuou conscientemente durante mais de dez anos para teatralizar uma imagem pública, conquistar distinção social, acumular prestígio e consagrar o seu nome no cenário regional. Palmério interpretou os anseios de seu tempo, mobilizou os circuitos de opinião das elites e promoveu uma autopropaganda intensiva para afirmar a vinculação de sua imagem a uma série de valores profundamente enraizados na cultura local.

Naquele período, as crises que perturbavam aquela sociedade favoreciam a criação de mitologias políticas. Por isso, em sua campanha eleitoral, ao invocar o poder das “forças históricas” em nome da união de seu povo; ao apontar o caminho “certo e seguro” para a superação das crises e ao anunciar com entusiasmo a iminente conquista da civilização, da cultura e da prosperidade em sua região, lançando a bandeira da separação política do Triângulo Mineiro em relação ao Estado de Minas Gerais, o guerreiro messiânico encenado de modo espetacular pelo candidato Mário Palmério causou um impacto fabuloso na imaginação dos devotados eleitores.

Ao explicar toda a simbologia que este personagem operou naquela sociedade para encenar uma representação sagrada e heróica de sua imagem e de sua trajetória, este livro se torna leitura indispensável para interessados em mitologias políticas, processos eleitorais e história de Minas Gerais, além de pesquisadores de Literatura Brasileira, História da Educação e Empreendedorismo.

Saiba mais em www.mitomariopalmerio.com.

Ficha técnica
Preço: R$ 27,00
ISBN: 9788539302680
Assunto: Política
Idioma: Português
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 309
Edição: 2ª
Ano: 2012
Acabamento: Brochura sem orelhas
Peso: 170g

Informações para a imprensa
Célia Demarchi – celia.demarchi@editora.unesp.br
Marina Valeriano – marina.pereira@editora.unesp.br
(11) 3242-7171

Friday, November 09, 2012

"A construção do Mito Mário Palmério" acaba de ser publicado




A Editora da Unesp acaba de publicar o livro, "A construção do Mito Mário Palmério", baseado na minha tese de doutorado. O livro já pode ser adquirido diretamente no site da editora, por meio do sistema de impressão por demanda. Basta fazer a encomenda e o livro chega em uma semana. Clique aqui para adquirir  a versão impressa.
Se você preferir fazer o download da versão digital, é de graça. Basta realizar o cadastro. Clique aqui e faça o download.


Antes de publicar Vila dos Confins e Chapadão do Bugre – obras seminais da literatura brasileira – Mário Palmério já era considerado um mito no interior de Minas Gerais. Contrariando as expectativas em uma região atormentada por diversas crises, o jovem e ambicioso professor assumiu riscos, tornou-se um empresário bem-sucedido e aprendeu a manipular os símbolos mais preciosos de sua sociedade. Palmério desenvolveu uma percepção aguçada sobre a dimensão teatral da vida social e empregou uma série de procedimentos dramatúrgicos para supervalorizar o seu papel e conquistar a adoração dos conterrâneos. Na campanha eleitoral de 1950, ao atuar como um guerreiro sagrado capaz de conduzir o seu povo à terra prometida, Palmério elegeu-se deputado federal e consagrou-se como um mito político. Resultado de extensa pesquisa de doutorado, o livro explica essa trajetória na perspectiva da História Cultural.

Monday, September 10, 2012

Site de "A construção do mito Mário Palmério" está no ar

O novo site do livro "A construção do mito Mário Palmério" está no ar. E aí, o que acham? www.mitomariopalmerio.com

Thursday, March 01, 2012

Aniversário de Uberaba

Nesse aniversário de Uberaba, que tal conhecer um pouco sobre um dos homens públicos mais interessantes da história da cidade? O livro será lançado no segundo semestre de 2012, mas já dá pra degustar alguns trechos em http://www.mitomariopalmerio.com/
A história da ascensão profissional, social e política de Mário Palmério é incrível! Veja lá! :)

Ps. A propósito, dia 1 de março é o aniversário de Mário Palmério! Ele faria 96 anos!

Saturday, February 25, 2012

Está no ar o primeiro "teaser" do livro "A construção do mito Mário Palmério"

O livro ainda não foi lançado, mas o autor já começa a promover nas redes sociais algumas discussões sobre a obra “A construção do mito Mário Palmério”.  Conheça um pouco da incrível história do homem que criou uma universidade a partir de um pequeno curso supletivo nos anos 1940 e aprendeu a cuidar da própria imagem até se tornar um verdadeiro mito na cultura política do interior mineiro.



O livro será lançado em 2012 pela editora da Unesp, mas os leitores já podem degustar alguns trechos no blog www.mitomariopalmerio.com e na fanpage www.facebook.com/mitomariopalmerio.

Tuesday, January 10, 2012

Cultura e Sociedade: causos, povo e imaginação (UFTM, 2010) disponível para download




Está disponível em PDF o livro Cultura e Sociedade: causos, povo e imaginação (UFTM, 2010), de André Azevedo da Fonseca, Irma Beatriz Araújo Kappel, Rodrigo Santos de Castro. O livro recupera a memória de personagens incríveis do cotidiano de Uberaba, como Dora Doida, o taxista Alfeu, Dona Aparecida do Pênfigo, Lourenço do Sopão, Homem dos cachorros, Maria Boneca, São Bento, Zé Galinha e Zé da Cuié.

No meu artigo, recupero a história da perseguição e expulsão dos leprosos de Uberaba na década de 1940. Procuro mostrar as operações simbólicas empreendidas pelas elites da cidade para convencer a si mesmo que a violência exercida sobre os doentes era, na verdade, um grande ato de caridade.

Para ter acesso ao arquivo digital do livro na íntegra, basta "pagar com um tweet" e fazer o download! Boa leitura!