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Friday, November 09, 2012

"A construção do Mito Mário Palmério" acaba de ser publicado




A Editora da Unesp acaba de publicar o livro, "A construção do Mito Mário Palmério", baseado na minha tese de doutorado. O livro já pode ser adquirido diretamente no site da editora, por meio do sistema de impressão por demanda. Basta fazer a encomenda e o livro chega em uma semana. Clique aqui para adquirir  a versão impressa.
Se você preferir fazer o download da versão digital, é de graça. Basta realizar o cadastro. Clique aqui e faça o download.


Antes de publicar Vila dos Confins e Chapadão do Bugre – obras seminais da literatura brasileira – Mário Palmério já era considerado um mito no interior de Minas Gerais. Contrariando as expectativas em uma região atormentada por diversas crises, o jovem e ambicioso professor assumiu riscos, tornou-se um empresário bem-sucedido e aprendeu a manipular os símbolos mais preciosos de sua sociedade. Palmério desenvolveu uma percepção aguçada sobre a dimensão teatral da vida social e empregou uma série de procedimentos dramatúrgicos para supervalorizar o seu papel e conquistar a adoração dos conterrâneos. Na campanha eleitoral de 1950, ao atuar como um guerreiro sagrado capaz de conduzir o seu povo à terra prometida, Palmério elegeu-se deputado federal e consagrou-se como um mito político. Resultado de extensa pesquisa de doutorado, o livro explica essa trajetória na perspectiva da História Cultural.

Saturday, November 19, 2011

Mário Palmério e Getúlio Vargas

Esse é o santinho que o jovem professor Mário Palmério, candidato a deputado federal pelo PTB, distribuiu na campanha eleitoral de 1950. Na época ele tinha apenas 34 anos e acabou sendo eleito, derrotando figurões da política loca, como Fidélis Reis e Boulanger Pucci.

Essa foto é ótima! Reparem que o paletó está mal abotoado. Provavelmente muitos candidatos estavam na estância de Vargas disputando a oportunidade de tirar uma foto ao lado do mito. Mário Palmério certamente teve que se apressar...

Estudei essas eleições de forma detalhada na minha tese. Para quem quiser, é só acessar: http://www.franca.unesp.br/poshistoria/andre_azevedo.pdf