Monday, September 10, 2012

Site de "A construção do mito Mário Palmério" está no ar

O novo site do livro "A construção do mito Mário Palmério" está no ar. E aí, o que acham? www.mitomariopalmerio.com

Thursday, March 01, 2012

Aniversário de Uberaba

Nesse aniversário de Uberaba, que tal conhecer um pouco sobre um dos homens públicos mais interessantes da história da cidade? O livro será lançado no segundo semestre de 2012, mas já dá pra degustar alguns trechos em http://www.mitomariopalmerio.com/
A história da ascensão profissional, social e política de Mário Palmério é incrível! Veja lá! :)

Ps. A propósito, dia 1 de março é o aniversário de Mário Palmério! Ele faria 96 anos!

Saturday, February 25, 2012

Está no ar o primeiro "teaser" do livro "A construção do mito Mário Palmério"

O livro ainda não foi lançado, mas o autor já começa a promover nas redes sociais algumas discussões sobre a obra “A construção do mito Mário Palmério”.  Conheça um pouco da incrível história do homem que criou uma universidade a partir de um pequeno curso supletivo nos anos 1940 e aprendeu a cuidar da própria imagem até se tornar um verdadeiro mito na cultura política do interior mineiro.



O livro será lançado em 2012 pela editora da Unesp, mas os leitores já podem degustar alguns trechos no blog www.mitomariopalmerio.com e na fanpage www.facebook.com/mitomariopalmerio.

Tuesday, January 10, 2012

Cultura e Sociedade: causos, povo e imaginação (UFTM, 2010) disponível para download




Está disponível em PDF o livro Cultura e Sociedade: causos, povo e imaginação (UFTM, 2010), de André Azevedo da Fonseca, Irma Beatriz Araújo Kappel, Rodrigo Santos de Castro. O livro recupera a memória de personagens incríveis do cotidiano de Uberaba, como Dora Doida, o taxista Alfeu, Dona Aparecida do Pênfigo, Lourenço do Sopão, Homem dos cachorros, Maria Boneca, São Bento, Zé Galinha e Zé da Cuié.

No meu artigo, recupero a história da perseguição e expulsão dos leprosos de Uberaba na década de 1940. Procuro mostrar as operações simbólicas empreendidas pelas elites da cidade para convencer a si mesmo que a violência exercida sobre os doentes era, na verdade, um grande ato de caridade.

Para ter acesso ao arquivo digital do livro na íntegra, basta "pagar com um tweet" e fazer o download! Boa leitura!



Sunday, November 20, 2011

Revelação histórico está on-line

O histórico Revelação número 280, de março de 2004, finalmente está on-line.

Nesse jornal, cujo título de capa é "Antigamente foi ontem", decidi fazer uma experiência em fotojornalismo. Eu escolhi no Arquivo Público algumas fotografias antigas da cidade. Em seguida, fui nos locais onde as fotos haviam sido originalmente tiradas e cliquei uma novo foto no mesmo ângulo e no mesmo enquadramento da imagem original.

É muito interessante notar as mudanças... e permanências! A experiência é válida também para despertar nos alunos o debate sobre patrimônio histórico e cultural, sobre memória afetiva e sobre os modelos de desenvolvimento da cidade. Por que edificações tão importantes foram demolidas? Em quais aspectos a cidade melhorou ou piorou? O que os governos deveriam ter feito, em termos de planejamento urbano, para deixar a cidade mais interessante, agradável, hospitaleira e favorável à civilidade? O que ainda pode ser feito?
Fica aí a sugestão de exercício para professores!

Saturday, November 19, 2011

Jussara, miss Brasil de 1939, visitou Uberaba


Em meados de 1940, Uberaba ficou em polvosora com a visita de Jussara Marquez, a miss Brasil da época. Nascida em Itumbiara (GO), Jussara tornou-se uma celebridade incrivelmente popular. (Há uma cidade chamada Jussara, em Goiânia, batizada em sua homenagem). Está no forno (em fogo brando...) um artigo que pretendo publicar em 2012, analisando toda a simbologia desse alvoroço.

Mário Palmério e Getúlio Vargas

Esse é o santinho que o jovem professor Mário Palmério, candidato a deputado federal pelo PTB, distribuiu na campanha eleitoral de 1950. Na época ele tinha apenas 34 anos e acabou sendo eleito, derrotando figurões da política loca, como Fidélis Reis e Boulanger Pucci.

Essa foto é ótima! Reparem que o paletó está mal abotoado. Provavelmente muitos candidatos estavam na estância de Vargas disputando a oportunidade de tirar uma foto ao lado do mito. Mário Palmério certamente teve que se apressar...

Estudei essas eleições de forma detalhada na minha tese. Para quem quiser, é só acessar: http://www.franca.unesp.br/poshistoria/andre_azevedo.pdf

Wednesday, March 09, 2011

Tese sobre ascensão política de Mário Palmério no Domínio Público


A tese "A consagração do mito Mário Palmério no cenário político do Triângulo Mineiro (1940-1950)", defendida recentemente na Unesp, já está disponível na íntegra no site Domínio Público.gov.br. Para fazer o download, basta fazer um cadastro (gratuito).
Eis aí o link:

Tuesday, December 14, 2010

Entrevista com o prof. Décio Bragança

Essa foi a ehtrevista com fiz com Décio Bragança, um dos professores mais populares da história de Uberaba!

Sunday, April 04, 2010

Revelação 357 já está online!!!

O Revelação de março já está disponível na web. A reportagem principal fala sobre os últimos dias da filmagem do filme sobre Chico Xavier em Uberaba. Muito bacana!

Sunday, January 24, 2010

Jornal Revelação 355 disponível on-line

Já está disponível na Internet a edição 355 do jornal-laboratório Revelação, produzido pelos alunos de Jornalismo do curso de Comunicação Social da Universidade de Uberaba (Uniube).

A edição traz, na matéria de capa, uma reportagem provocativa sobre os tabus que ainda fazem parte do debate sobre autoerotismo feminino.

Além disso, reportagens falam sobre diversos outros temas, tais como a doença de Toninho “Cabeção”, personagem popular do calçadão da rua Arthur Machado; os estilos musicais das tribos urbanas de Uberaba; os problemas do UPA do bairro Abadia diante os cortes no orçamento da saúde na cidade; as dificuldades da entidade assistencial Casa Danielle; o cotidiano dos camelôs; os debates despertados na Parada Gay de Uberaba; as ações de responsabilidade social dos alunos da Uniube; as vitórias do Uberaba Sport Club; os projetos sociais dos Camaradas da Alegria; os debates sobre a obrigatoriedade do hino nacional nas escolas, entre outros.

Friday, October 16, 2009

Cotidianos culturais em e-paper

Para comemorar cinco anos de publicação livro Cotidianos culturais e outras histórias decidi disponibilizá-lo no formato e-paper. Até hoje o livro é adotado e discutido em escolas (e ainda há exemplares à venda na livraria Alternativa, em Uberaba). Eis aí o livro digital:

Tuesday, September 29, 2009

Revelação especial sobre personagens de Uberaba

O Revelação especial "Esse povo é 10", edição histórica publicada em junho de 2007, está disponível na versão em e-paper. Essa edição trouxe reportahens sobre as dez personalidades mais populares do cotidiano de Uberaba, tais como Rubão 2 Fantas, Toninho, Zé Galinha e outros. Veja aedição completa:

Monday, September 28, 2009

Jornal Revelação em e-paper

O jornal-laboratório do curso de Comunicação Social da Universidade de Uberaba (Uniube) está sendo disponibilizado em e-paper. Veja como ficou a última edição:

Monday, August 10, 2009

Conferência de André Azevedo na Sorbonne

Esta foi a minha apresentação na Université Paris V (Sorbonne) no congresso da Centre d'Étude sur l'Actuel et le Quotidien, na manhã de 19 de junho de 2009. Não consegui gravar tudo (os primeiros três minutos foram perdidos), mas do jeito que está dá para entender o contexto geral.

Friday, March 13, 2009

Cotidianos culturais no Google

O programa de Livros do Google acaba de publicar "Cotidianos culturais e outras histórias: a cidade sob novos olhares". O livro está à disposição na íntegra e já está disponível para consulta. O endereço é: http://www.google.com.br/books?id=zXG-cBqKxW8C

Friday, February 16, 2007

Participação política

André Azevedo da Fonseca

Agora que o espetáculo publicitário das campanhas eleitorais de 2006 ficou para a história, chegou o momento de exercer a cidadania e contribuir no desenvolvimento de nossa sociedade. Ao contrário do que gostam de afirmar os políticos profissionais, a prática da democracia não se restringe ao dia das eleições. Apertar a tecla verde na urna eletrônica não é o principal momento da vida democrática. Resumir a cidadania política ao ato individual do voto é mutilar o cidadão, pois a discussão pública sobre os projetos para transformar a sociedade é um exercício cotidiano que contempla diversas formas de participação. Portanto, se durante a campanha falou-se tanto em “voto consciente”, agora é a hora de incentivar o exercício diário da “participação política consciente”.

O presidente e os governadores já estão em pleno mandato. No dia 1º de fevereiro os deputados foram solenemente empossados. Enquanto cidadãos, devemos anotar o quanto antes o telefone, o endereço e o e-mail de nossos representantes para lembrar-lhes diariamente que eles não são nada mais do que nossos funcionários no governo e no parlamento. Ou seja, o mandato que confiamos provisoriamente a eles não significa um cheque em branco; eles não têm procuração para fazer o que quiser, até porque o cargo não pertence a eles: o mandato é nosso. O poder que eles representam não é uma dádiva pessoal, mas está sustentado unicamente em nossa vontade. Assim, ao contrário do que gostam de propagandear em suas campanhas, nada do que conquistarem para a cidade ou região será um favor, ou uma benesse pessoal, pois o mérito de cada conquista é da massa de eleitores ou, no mínimo, dos grupos de cidadãos que souberam articular suas demandas.

Se os políticos profissionais forem omissos, mentirosos ou trabalharem apenas pelos próprios interesses – ou pelos interesses de seus financiadores e círculos de relações – devemos enxovalhá-los em público até conseguirmos tirá-los de seus postos. Mas se forem responsáveis, competentes e criativos o suficiente para propor bons projetos de lei no sentido de promover o desenvolvimento, a autonomia e reduzir a desigualdade social, conquistarão nosso respeito e apoio. Em um país de tantas urgências, não podemos nos dar ao luxo de permanecer omissos. Em um país onde quadrilhas de parlamentares roubam dinheiro destinado a famílias pobres; onde a falta bons programas sociais produz milhões de jovens desesperados que acabam seduzidos pelo crime; e onde cujas leis favorecem uma concentração de renda que provoca o paradoxo de um país que possui umas das maiores economias do mundo mas conta com milhões de miseráveis; é muito grave assistir passivamente aos políticos profissionais desperdiçarem dinheiro público com proselitismos que servem apenas para sustentar o próprio prestígio pessoal. A negligência é a maior das violências.

Para avaliar a qualidade de nossos representantes é preciso acompanhá-los no decorrer do mandato. Quando estão nas ruas pedindo votos, os candidatos falam qualquer coisa para agradar. Mas agora que foram eleitos, eles terão que fazer escolhas. Essas escolhas podem favorecer os amigos pessoais e os lobbys organizados que já estão confortáveis em seus negócios, ou podem favorecer a distribuição da riqueza, a promoção da educação e a valorização do trabalho. O poder deve ser permanentemente constrangido. Sem pressão política nossos representantes se sentem muito à vontade e tornam-se apenas sujeitos vaidosos, festeiros e comilões. Com o fim da campanha eleitoral, chegou a hora da política. E cabe a nós exigir que os políticos façam seu trabalho. Diariamente.

Wednesday, September 20, 2006

Todos contra Mário Palmério



André Azevedo da Fonseca

Neste dia 24 de setembro completam-se 10 anos da morte de Mário Palmério, uma figura emblemática para se compreender a história contemporânea do Triângulo. Nascido em Monte Carmelo, Palmério foi pioneiro na criação de instituições de ensino superior na região quando fundou, em 1947, a Faculdade de Odontologia – o embrião da atual Uniube. Suas faculdades trariam milhares de estudantes a Uberaba, transformariam a economia da cidade e promoveriam intenso intercâmbio regional. Em 1950, para o assombro das elites políticas locais, foi eleito deputado federal e tornou-se o principal líder trabalhista da região. Em 1956 escreveu Vila dos Confins, romance importante da moderna literatura brasileira, e virou celebridade nacional. Nos anos 60 foi embaixador, publicou Chapadão do Bugre e tornou-se imortal da Academia. Depois de morar 9 anos na Amazônia, participou ativamente da história de Uberaba como reitor da Uniube.

Contraditoriamente, talvez por seu temperamento tido como autoritário, arrogante e brigão, Palmério foi também uma das figuras mais detestadas de Uberaba. E essa histórica repulsa a Mário Palmério parece ter se tornado uma particularidade cultural nessa cidade que Orlando Ferreira chamou de Terra Madrasta. Mas ao pesquisar o contexto da política local nos anos 50 foi possível perceber quatro elementos da gênese dessa relação de amor e ódio que se desenvolveu no imaginário da cidade. Vejamos.

1) O Liceu do Triângulo, de Mário Palmério, foi nos anos 40 uma das raras escolas particulares que não eram ligadas ao catolicismo. Além disso, a igreja católica, que dominava o ensino privado, defendia que o Estado não deveria criar escolas públicas, mas sim apoiar iniciativas de ensino particular. Como a bandeira de Palmério na campanha de 1950 era a criação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, os católicos passaram a expressar antipatia à plataforma do petebista. Mais tarde essa antipatia seria transferida também às suas faculdades, que passaram a ser chamadas de “tecnicistas” em comparação às universidades ligadas à igreja, tidas como “humanistas”.

2) Na campanha de 1950, o diretório local do PTB, liderado por Antônio Próspero e Mário Palmério, passou a disputar com o PSP, do prefeito Boulanger Pucci, quem recepcionaria Getúlio Vargas em Uberaba. Palmério e os petebistas venceram a disputa e humilharam Pucci. Mas na manhã em que Getúlio desembarcou, Pucci sofreu um atentado à tiros e imediatamente o PSP acusou nos jornais que o mandante era Mário Palmério. Essa foi a primeira de muitas calúnias motivadas por interesses eleitorais.

3) Nas eleições de 1958 o Correio de Uberlândia publicou editoriais dizendo que Mário Palmério era inimigo público nº 1 daquela cidade, pois nas campanhas anteriores ele prometera levar faculdades para a região, mas as instalava apenas em Uberaba. No entanto, o jornal pertencia a udenistas – logo, as críticas eram mais partidárias do que políticas. Além disso, Uberlândia contava com dois representantes na Câmara: Rondon Pacheco (UDN) e Vasconcelos Costa (PSP).

4) Ainda hoje corre à boca pequena em Uberaba que Mário Palmério não seria o autor de Vila dos Confins e teria pago alguém para escrever o livro. Essa difamação é fruto daquela mesma ardileza política, pois era muito difícil para os feudos partidários locais engolirem o sucesso literário nacional de um triangulino imbatível nas urnas. Assim, para desmerecê-lo, inventou-se a maledicência que ganhou livre curso entre aqueles que por algum motivo não gostavam de Mário Palmério.

Consta-se que Mário Palmério, depois de tudo, morreu magoado com Uberaba. Mas sabe-se também que vez ou outra ironizava essa aversão com uma frase antológica: – Não sei por que ele está com raiva de mim. Nunca fiz nenhum bem a ele...

Como conhecer o caráter dos candidatos?

André Azevedo da Fonseca

Períodos eleitorais tornaram-se um dos momentos mais despolitizados da vida em sociedade. O espetáculo publicitário onde os aspirantes a cargos públicos anunciam seus slogans não promove a cidadania, não conscientiza, não educa e não estimula o envolvimento efetivo da comunidade na política. Ao contrário, essas propagandas tendem a confundir os cidadãos; pois não importa o candidato, todas reproduzem as mesmas idéias genéricas sobre os mesmos temas, todas defendem os mesmos compromissos gerais referente aos mesmos programas e, o que é pior, todas personalizam a política, como se as conquistas sociais fossem obras exclusivas da atuação de um só sujeito. Isso é a contramão da democracia moderna, que fundamenta-se na participação cada vez maior da coletividade nas decisões de Estado.

Assim, sejamos claros: não é possível escolher os representantes com base em suas próprias campanhas publicitárias. Candidatos não falam nas propagandas que suas gestões anteriores estão sob suspeita; não explicam suas ligações com escândalos como o mensalão ou a máfia dos sanguessugas; não tornam claros os casos de corrupção que ocorreram sob sua administração; escondem que são indiciados como réus em processos na Justiça Federal, nos tribunais superiores, na Justiça Eleitoral ou nos Tribunais de Contas... a lista é longa.

Algum coisa nesse sentido podemos descobrir conferindo sites como o da ONG Transparência Brasil (http://www.transparencia.org.br), que possui um importante banco de dados sobre dezenas de políticos profissionais, contendo informações tais como a identidade dos doadores de campanha; o desempenho legislativo (incluindo faltas, uso de verbas de gabinete, etc); as menções publicadas na mídia quando aparecem ligados a casos de corrupção, além de outras informações relevantes. Outra boa fonte de pesquisa é o próprio site da Câmara Federal, onde é possível conferir, no endereço http://www2.camara.gov.br/proposicoes quais foram os projetos de lei realmente apresentados pelos deputados, se eles trabalharam mesmo ou se apenas estão fazendo propaganda enganosa em suas campanhas.

No entanto, há uma outra medida que é mais difícil de ser mensurada, mas que pode ser reveladora: sempre vale a pena conversar com empregadas domésticas, jardineiros, motoristas, secretárias ou ex-assessores e ex-funcionários para descobrir o que os políticos profissionais realmente falam no seu dia-a-dia. O que se diz é que, em geral, eles jamais falam em projetos para transformar a sociedade. Nunca conversam sobre formas institucionais de promover justiça social. Não fazem referências sobre mobilização política das comunidades para exigir melhorias sociais. Os únicos assuntos ditos “políticos” giram em torno das táticas partidárias de conquista do poder, da melhor forma de caluniar o adversário, da maneira mais eficaz de forjar uma imagem favorável na imprensa, nas vantagens em se apoiar este ou aquele político profissional, e a conversa fica por aí. É o poder pelo poder. Mais ou menos como descreveu Mário Palmério em Vila dos Confins.

Mas quem são esses sujeitos que de dois em dois anos saem às ruas nos pedindo um cargo público? O que eles realmente querem? Que tipo de prazer eles sentem sendo políticos profissionais? E o que essas pessoas entendem por “política”? O que entendem por “democracia”? E enfim, como conhecer, de verdade, o caráter dessas pessoas que nos pedem votos? Seria muito interessante, mas muito interessante mesmo, travar um debate sobre isso.